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Não acredita na força da sua mudança?

Vez ou outra somos tomados pelo ceticismo e desacreditamos que o mundo pode ser algo melhor ou que podemos mudar a vida de alguém com nossas palavras e gestos.

Esses dias tenho pensado muito a respeito da importância que cada um tem ou teve ao passar pela minha vida. Cada personagem da minha história me agregou muito, mesmo que não tenha percebido, mesmo que tenha sido por pouco tempo.

A vocês eu não poderia deixar nada além do meu agradecimento e a chance de aprender mais e mais.

Aos que ainda não acreditam na força da mudança interior e no reflexo que isso pode causar no mundo, recomendo este vídeo (dica do meu coach Fábio):

Tenham uma ótima semana e vamos juntos! 🙂

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Quando seu coração te dá uma rasteira e você cai!

Não sei vocês, mas eu sofro de uma pequena doença chamada síndrome das pernas inquietas. Elas não param um minutinho se quer. É o dia inteiro essa movimentação. E a minha cabeça? Ah, ela também fica em ebulição constante – é muita, mais muita coisa pra uma pessoa só. No fundo, eu sempre achei isso ótimo porque me sinto viva e com mil ideias na cabeça. Só que, quando você menos espera, começam a aparecer bolhas nas suas mãos, você não dorme bem a noite e acorda de madrugada preocupada com o que tem pra fazer. Ou, com mais ideias, ideias, ideias. E a vontade é falar chega, me deixa dormir… só por hoje, por favor.

Mas quem disse que a cabeça escuta o que o coração pede? Aí o coração fica bravo, acelera mais que o normal e faz você ficar fraca, as mãos tremem, a cabeça doe, a respiração ficar escassa, os batimentos aumentam e aí, querido leitor, você cai. Cai e pede para o coração desacelerar um pouco porque você está fraca. Mas não adianta! Ele está bravo com a sua cabeça que não para de querer fazer as coisas, que não para de se preocupar com o que está por vir. Os dois brigam e não silenciam-se. Aí é a hora de você parar e analisar o que está errado em sua vida, corpo e mente. E vê que são tantas coisas que poderiam melhorar. É um verdadeiro bicho de sete cabeças e que só existe na sua cabeça, pois foi você que o criou, imaginou e o alimenta constantemente.

É hora de parar. De respirar. De viver com mais equilíbrio.

É hora de se permitir relaxar. De dizer chega. Desacelerar!

De colocar a sua cabeça e o seu coração em sintonia, como o ritmo de sua canção favorita.

Como aquela que diz: “Here comes the sun and I say IT´S ALL RIGHT!”

OBS: baseado na história real do meu dia hoje =/ mas se acalme, estou bem! e agora vou fazer de tudo para ficar ainda melhor!

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Sessão 4: Socorro! Como fazer a escolha certa? Será que estou me auto-sabotando?

Voltei, voltei, voltei!! 🙂 Então vamos recapitular essa história real e agilizar para chegar no ponto que está hoje (sessão 7!)

Eu optei por sair do meu trabalho e começar algo novo. E na trajetória de criar algo novo, percebi que eu poderia atuar em diferentes frentes, exercendo diferentes papéis e fazendo tudo que eu gostava! Estava num caminho lindo de descobertas e propósitos. 

E no caminho dessas descobertas, quando o quebra-cabeça estava começando a se encaixar, mas ainda faltava algumas peças… aconteceu algo que não estava esperando de jeito nenhum: uma proposta de emprego. Pois é! Uma empresa bacana, com pessoas realmente sensacionais, com a proposta de ajudar um negócio a crescer (algo que eu já tinha detectado que era uma das minhas paixões). E aí, o que fazer? Eu sinceramente fiquei bem confusa! E quando você vai e fala para outras pessoas que tem uma proposta de emprego (depois que você já não tem um trabalho fixo) a inclinação natural delas é falar: “aceita! se você não gostar só sair”. Mas isso não funciona comigo, não gosto de pensar e agir dessa forma. Gosto de ter um pouco mais de certeza em decisões como essa.

Não vou mentir. Confesso que fiquei animada com a ideia de começar algo novo, conhecer pessoas novas, ajudar a estruturar uma nova área na empresa. A ideia do novo é algo que realmente brilha meus olhos, mas no fundo eu parei e pensei: “peraí, será que eu estou me auto-sabotando”? Foi aí que pedi um super socorro pra Juliana (minha coach) e marcamos uma sessão especial para ajudar eu tomar a decisão correta.

Eu cheguei na sessão toda tensa! Não conseguia nem ficar parada quietinha na cadeira. Meus ombros realmente doíam de tensão. Mas eu estava disposta a sair dali com uma resposta! Então a Ju pediu que eu listasse num papel todos os prós e contras de aceitar a proposta e, depois de listá-los, dar uma pontuação para eles.

Após essa listagem, usamos uma ferramenta sensacional chamada Perdas e Ganhos para ajudar na tomada de decisão de aceitar ou não o novo emprego. O exercício era o seguinte: eu deveria escrever em uma das partes do papel o que eu GANHAVA aceitando a proposta (esses são os fatores motivadores pelo prazer), o que eu PERDIA aceitando a proposta (esses são os fatores sabotadores pela dor), o que eu GANHAVA se não aceitasse (esses são os sabotadores pelo prazer) e o que eu PERDERIA se não aceitasse (esses são os motivadores pela dor). Simples né? SÓ QUE NÃO! ahahha a verdade é que foi dolorido e difícil! Mas acredito que foi de extrema importância para saber o que eu realmente queria e o que tinha mais peso e valor na minha vida naquele momento.

Foi após comentar cada um dos pontos listados com a Juliana que ficou mais claro pra mim que a liberdade, o tempo e a flexibilidade eram muito mais valiosos do que qualquer estabilidade financeira que poderia ter naquele momento. E outra: aquele não era o trabalho dos meus sonhos! Quando isso ficou claro eu finalmente fiquei relaxada! Consegui sorrir novamente e tinha certeza da escolha que tinha tomado. Que alívio minha gente! 🙂 E que sensação boa de confiança. Nunca vou esquecer o alívio que senti e a felicidade que estava estampada no meu rosto por eu ter certeza que tinha feito a escolha correta.

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Como Gandhi disse: “acreditar em algo e não o viver é desonesto”. Me permiti ser honesta comigo mesma e seguir no caminho que estava trilhando, mesmo eu não sabendo exatamente aonde eu iria chegar. Só sabia que era o certo a fazer! Por mais que isso tenha chocado muitas pessoas – aí é a hora de você ser firme e, mais uma vez, honesto com você mesmo! O que deixo de aprendizado para compartilhar é que nós sabemos exatamente o que queremos e o que podemos fazer para chegar lá (acredite!). Para isso, é importante sermos honestos com nós mesmos, acreditar que somos capazes e não permitir de jeito nenhum que alguém ou aquele “seu Eu Interior” fale que você não vai conseguir, porque se você for persistente e seguir seu propósito e sonhos e claro, se esforçar muiiiiito, você consegue sim chegar aonde quer!

Lembre-se: seja persistente e honesto com você mesmo!

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Sessão 5 e a missão (quase) impossível

Oi gente! Depois de um tempinho, voltamos com tudo pro Sê.

Na sessão quatro (que está aqui), como falei, o Fábio (meu coach) tinha pedido para que eu encontrasse minha missão de vida.

Nada fácil, mas comecei usando a ferramenta que ele me passou para montar uma frase com as palavras chave sobre meu comportamento, características e objetivos.

Fiz várias combinações de palavras até encontrar um caminho que gostaria de seguir. E, claro, só consegui saber quais eram minhas características, objetivos e meu comportamento, pois antes disso trabalhamos diversas ferramentas (dentro do life coaching) para que eu pudesse me conhecer melhor e ter mais certeza do meu porquê.

Encontrei uma missão que se enquadra bem naquilo que tenho como propósito de vida: trabalhar com algo que tenha relevância e sentido social, que deixe um legado para um mundo melhor (ou pelo menos um bairro melhor), usando minha formação em relações públicas. “Ser facilitadora, através da comunicação, para humanizar, sensibilizar e encorajar pessoas.”

E aqui vai um vídeo que me inspirou durante a atividade:

Pessoas corajosas, como o Diego, me encantam e são o motor para que eu siga este caminho!

Chegando na sessão 5, definimos quais seriam meus valores e pasmem, estavam alinhados com a missão que tinha acabado de descobrir.

O exercício dos valores funciona como um jogo de palavras no qual você escolhe uma entre duas opções até afunilar em 4 palavras que são definidas como seus valores. Os meus chegaram a: aprendizado contínuo; humanidade; visão de futuro e honestidade.

Acredito que quando somos sinceros com nosso coração, a nossa mente se abre para um mundo de encantamentos e deslumbramentos. A partir do momento que consegui ser sincera com minhas vontades, percebi que poderia usar aquilo que fazia no meu tempo livre (o que me dava prazer) como uma forma de trabalho.

E, deixo hoje a dica de um blog super bacana que trata exatamente disso e da investigação sobre a felicidade. É o Glück Project!

Boa sorte a todos que estão nessa busca!

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Sessão 4: Qual a sua missão?

Durante minha quarta sessão de coaching fizemos uma breve retrospectiva do nosso processo. De onde saí e onde estou hoje, nessa caminhada do auto conhecimento. Esse é um bom exercício pra se fazer durante qualquer processo que esteja passando, pois você começa a mensurar seus próprios resultados.

Eis que lembrei de como estava na minha sessão zero (totalmente perdida) e como me encontro hoje.

É claro que ainda tenho um bom caminho a percorrer e ainda penso e repenso muito! Mas, com as ferramentas e exercícios que estamos fazendo, as coisas parecem estar tomando seus lugares.

Notei que, na verdade, não estava perdida, no sentido de não saber o que quero da vida, estava apenas precisando de ajuda para reorganizar meus pensamentos e minha rotina, depois que saí do meu trabalho e troquei minha rotina por uma mais flexível e com a carga de estudos maior que o Mestrado requer. (estudo Comunicação Pública e políticas públicas voltadas para pessoas com deficiência dentro dos portais eletrônicos de todos os estados brasileiros). Inclusive se você ainda não assistiu ao vídeo que postamos semana passada, veja aqui, vale a pena ver e se sensibilizar com o assunto.

Minha grande dúvida era: o que vou fazer com esse projeto? Engavetar depois de apresentar minha dissertação? Mas, com os exercícios de auto conhecimento da primeira etapa do coaching, chamada de life coaching, percebi minha aptidão para a área da cidadania e humanização de empresas.

Toda essa mudança de vida e de caminhos da carreira deu-se por conta de um projeto que realizei durante a faculdade, chamado Projeto Rondon, mas este vou contar pra vocês mais pra frente.

Bom, contei tudo isso pra vocês, para que entendam onde chegamos na nossa sessão 4! 🙂

Meu coach fez com que eu escrevesse em uma folha de papel quais eram minhas características e talentos; quais comportamentos demonstram estes talentos; quais objetivos pessoais e profissionais espero para os próximos 12 meses.

Sim, e eu consegui mensurar até que de forma clara e rápida esses pontos, coisa que eu jamais conseguiria fazer durante minha primeira sessão.

E, como tarefa, o Fábio me deixou o seguinte desafio: reunir palavras que gostaria que tivesse em minha missão, formando uma frase; montar a minha missão com a seguinte estrutura: “Ser (comportamento) …. através (características e talentos) … para ( objetivos e sonhos)… !
E ainda escolher uma figura que seria minha âncora, uma imagem para me lembrar da minha missão de vida.

Nada fácil, confesso. Ainda estou trabalhando na minha missão de vida e isso requer muita disciplina e auto conhecimento.

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Esta foi nossa última sessão chamada de life coaching, de auto conhecimento, nessa semana começaremos o coach profissional! Estou super ansiosa (claro!), pra saber onde tudo isso vai dar!

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Quanta vida pode haver numa vida só?

Nos deparamos hoje com um vídeo lindo, feito pelo Renato Cabral – criador da Oruminante (roteiro e direção em StoryTelling). E que roteiro maravilhoso e quantas histórias inspiradoras em um só vídeo! Inspire-se e reflita 🙂

A vida que você escolheu

Quanta vida pode haver numa vida só, já se perguntou alguma vez?

Você vive quando apenas abre os olhos e respira. Ou quando não perde aquela chance. Vive quando larga tudo e começa uma nova ideia; quando consegue começar de novo. Vive para ser maior; e indo mais longe, vive mais tempo, porque mais importante que chegar é a vontade de partir.

Você vive quando sai de casa sem blusa e vem o frio. Quando acha que vai chover, e faz calor. Vive quando desses pequenos enganos ainda tira um sorriso e o dá de presente. E, assim, fica mais cheio de motivos para viver. Você vive quando entende que vive melhor quando vive junto; e aí compartilha, divide, cuida.

Você vive quando conhece aquela pessoa e por ela cruza as ruas e os continentes. Vive quando nunca cruza os braços. Você vive quando um se torna dois e vocês viram três, e ficam cheios de uma vida totalmente nova.

Tem gente que vive só quando o sapato aperta; outros só quando os pés saem do chão. Tem gente que vive para mudar o mundo. E tem aquele que gostaria de mudar tudo só para não mudar nada e viver ali, quietinho. Vivemos quando redescobrimos o amor… o amor próprio; o amor ao próximo.

Tem gente que espera pela vida. Tem gente que vive correndo atrás dela. E tem aqueles que a criam em cada respiração, no suor e no sangue, nos sonhos que jamais deixam morrer. Você vive quando entende que viver é ser este movimento que nunca para. Porque afinal, no dia em que ele, enfim, parar, você já não precisa mais se preocupar com a vida.

Por Renato Cabral

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Sessão 3: E agora, o que fazer? Foi aí que a Prí aprendeu a ser a mesma coisa, de todos os modos possíveis

Se você não lembra ou ainda não leu, na minha sessão anterior, eu optei por sair do meu trabalho e começar algo novo, ou seja, realmente RECOMEÇAR! Leia toda a história da sessão 2, vai que te inspira mais um pouquinho, né?

Então vamos lá! Você não tem ideia como foi acordar no dia seguinte ao meu pedido de demissão! Foi um alívio. Acordei feliz, energizada e realmente empolgada em ir trabalhar para entregar tudo que tinha combinado (sairia depois de 30 dias). Senti uma liberdade gigantesca, era como se eu tivesse minhas 24 horas de volta pra mim – principalmente aquelas oito horinhas sagradas, que estava gastando com algo que não era meu né! A sensação era de que poderia fazer o que eu quisesse a partir daquele momento. É realmente algo único! Mas, não vou mentir. Na mesma semana que acordei super feliz, também não dormi bem e acordei com frio na barriga, ansiosa, sem saber o que seria de mim depois que terminasse meu aviso prévio. Eu passei boa parte do dia triste e com medo das incertezas. Mas passou… porque eu resolvi confiar mais em mim! Um dos exercícios da minha primeira sessão foi conversar com amigos próximos que me contaram algumas das minhas qualidades e pontos a melhorar. Com isso, percebi que eles confiam mais no meu potencial do que eu mesma! Então resolvi me apoiar nisso e confiar mais em mim, porque eu tinha certeza que “sem trabalho” eu não iria ficar, pelo contrário, teria muiiiiito trabalho pela frente!

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Minha terceira sessão de coaching aconteceu no dia 16 de julho, e foi incrível perceber o quanto estava me sentindo viva e com uma vontade louca de descobrir logo o que seria essa TAL COISA que eu iria me dedicar nos próximos meses. Para ajudar com esses questionamentos, a Juliana (minha coach) pediu para que eu sentasse numa mesinha, pegasse uns post-its, canetinhas e afins. Só de entrar em contato com esses materiais – que eu AMO – já fiquei muito feliz! hahahaha Então, ela pediu que eu escrevesse em cada um dos post-it com O QUE e COMO eu gostaria de trabalhar. Difícil né? Aí escrevi em cada post-it tudo que veio na minha cabeça, por exemplo: comunicação, novas ideias, criatividade, levar valor para o mundo/para o dia a dia das pessoas, entre outros, o que deu um total de 8 elementos. Então, procurei formas de interligá-los e, a partir disso, escrevi quais atividades ou trabalhos que me interessavam usando esses elementos. Veja só a imagem abaixo (que já é a versão final toda rabiscada!):

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Muita coisa né! Ainda tenho muito o que compartilhar com vocês sobre meus aprendizados durante a sessão 3. Foi sensacional aprender a “conviver” um pouco mais comigo, passar mais tempo pensando em mim para realmente colocar no papel meus sonhos, desejos, habilidades e propósitos! E foi nessa mistura toda que aprendi a “sentir tudo de todas as maneiras, viver tudo de todos os lados, ser a mesma coisa de todos os modos possíveis ao mesmo tempo, realizar em si toda a humanidade de todos os momentos” – Álvaro de Campos (L).

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Não poderia terminar esse post sem um incentivo, que também faz parte dos meus momentos de alumbramentos e me fez ver as pessoas e os negócios de outra forma. Estou falando do vídeo do TED do Simon Sinek – Como grandes líderes inspiram a ação. Você pode dizer que já viu e que é bem bacana. Beleza! Mas você já parou para fazer esse exercício pensando em VOCÊ?

Pare um tempinho aí e procure responder essas perguntinhas:

// O que você acredita? Qual seu propósito? Sua causa? O que te move? O que te faz levantar da cama todos os dias?

// Como você faz o que você acredita? Quais seus diferenciais?

// O que você faz?

Se quiser conversar mais comigo sobre isso, só deixar um comentário aqui no post que já já te respondo! Adoro conversar sobre Propósitos! E seria um prazer ajudar você nessa descoberta! Vamos juntos 🙂

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