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Quando seu coração te dá uma rasteira e você cai!

Não sei vocês, mas eu sofro de uma pequena doença chamada síndrome das pernas inquietas. Elas não param um minutinho se quer. É o dia inteiro essa movimentação. E a minha cabeça? Ah, ela também fica em ebulição constante – é muita, mais muita coisa pra uma pessoa só. No fundo, eu sempre achei isso ótimo porque me sinto viva e com mil ideias na cabeça. Só que, quando você menos espera, começam a aparecer bolhas nas suas mãos, você não dorme bem a noite e acorda de madrugada preocupada com o que tem pra fazer. Ou, com mais ideias, ideias, ideias. E a vontade é falar chega, me deixa dormir… só por hoje, por favor.

Mas quem disse que a cabeça escuta o que o coração pede? Aí o coração fica bravo, acelera mais que o normal e faz você ficar fraca, as mãos tremem, a cabeça doe, a respiração ficar escassa, os batimentos aumentam e aí, querido leitor, você cai. Cai e pede para o coração desacelerar um pouco porque você está fraca. Mas não adianta! Ele está bravo com a sua cabeça que não para de querer fazer as coisas, que não para de se preocupar com o que está por vir. Os dois brigam e não silenciam-se. Aí é a hora de você parar e analisar o que está errado em sua vida, corpo e mente. E vê que são tantas coisas que poderiam melhorar. É um verdadeiro bicho de sete cabeças e que só existe na sua cabeça, pois foi você que o criou, imaginou e o alimenta constantemente.

É hora de parar. De respirar. De viver com mais equilíbrio.

É hora de se permitir relaxar. De dizer chega. Desacelerar!

De colocar a sua cabeça e o seu coração em sintonia, como o ritmo de sua canção favorita.

Como aquela que diz: “Here comes the sun and I say IT´S ALL RIGHT!”

OBS: baseado na história real do meu dia hoje =/ mas se acalme, estou bem! e agora vou fazer de tudo para ficar ainda melhor!

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Sessão 4: Socorro! Como fazer a escolha certa? Será que estou me auto-sabotando?

Voltei, voltei, voltei!! 🙂 Então vamos recapitular essa história real e agilizar para chegar no ponto que está hoje (sessão 7!)

Eu optei por sair do meu trabalho e começar algo novo. E na trajetória de criar algo novo, percebi que eu poderia atuar em diferentes frentes, exercendo diferentes papéis e fazendo tudo que eu gostava! Estava num caminho lindo de descobertas e propósitos. 

E no caminho dessas descobertas, quando o quebra-cabeça estava começando a se encaixar, mas ainda faltava algumas peças… aconteceu algo que não estava esperando de jeito nenhum: uma proposta de emprego. Pois é! Uma empresa bacana, com pessoas realmente sensacionais, com a proposta de ajudar um negócio a crescer (algo que eu já tinha detectado que era uma das minhas paixões). E aí, o que fazer? Eu sinceramente fiquei bem confusa! E quando você vai e fala para outras pessoas que tem uma proposta de emprego (depois que você já não tem um trabalho fixo) a inclinação natural delas é falar: “aceita! se você não gostar só sair”. Mas isso não funciona comigo, não gosto de pensar e agir dessa forma. Gosto de ter um pouco mais de certeza em decisões como essa.

Não vou mentir. Confesso que fiquei animada com a ideia de começar algo novo, conhecer pessoas novas, ajudar a estruturar uma nova área na empresa. A ideia do novo é algo que realmente brilha meus olhos, mas no fundo eu parei e pensei: “peraí, será que eu estou me auto-sabotando”? Foi aí que pedi um super socorro pra Juliana (minha coach) e marcamos uma sessão especial para ajudar eu tomar a decisão correta.

Eu cheguei na sessão toda tensa! Não conseguia nem ficar parada quietinha na cadeira. Meus ombros realmente doíam de tensão. Mas eu estava disposta a sair dali com uma resposta! Então a Ju pediu que eu listasse num papel todos os prós e contras de aceitar a proposta e, depois de listá-los, dar uma pontuação para eles.

Após essa listagem, usamos uma ferramenta sensacional chamada Perdas e Ganhos para ajudar na tomada de decisão de aceitar ou não o novo emprego. O exercício era o seguinte: eu deveria escrever em uma das partes do papel o que eu GANHAVA aceitando a proposta (esses são os fatores motivadores pelo prazer), o que eu PERDIA aceitando a proposta (esses são os fatores sabotadores pela dor), o que eu GANHAVA se não aceitasse (esses são os sabotadores pelo prazer) e o que eu PERDERIA se não aceitasse (esses são os motivadores pela dor). Simples né? SÓ QUE NÃO! ahahha a verdade é que foi dolorido e difícil! Mas acredito que foi de extrema importância para saber o que eu realmente queria e o que tinha mais peso e valor na minha vida naquele momento.

Foi após comentar cada um dos pontos listados com a Juliana que ficou mais claro pra mim que a liberdade, o tempo e a flexibilidade eram muito mais valiosos do que qualquer estabilidade financeira que poderia ter naquele momento. E outra: aquele não era o trabalho dos meus sonhos! Quando isso ficou claro eu finalmente fiquei relaxada! Consegui sorrir novamente e tinha certeza da escolha que tinha tomado. Que alívio minha gente! 🙂 E que sensação boa de confiança. Nunca vou esquecer o alívio que senti e a felicidade que estava estampada no meu rosto por eu ter certeza que tinha feito a escolha correta.

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Como Gandhi disse: “acreditar em algo e não o viver é desonesto”. Me permiti ser honesta comigo mesma e seguir no caminho que estava trilhando, mesmo eu não sabendo exatamente aonde eu iria chegar. Só sabia que era o certo a fazer! Por mais que isso tenha chocado muitas pessoas – aí é a hora de você ser firme e, mais uma vez, honesto com você mesmo! O que deixo de aprendizado para compartilhar é que nós sabemos exatamente o que queremos e o que podemos fazer para chegar lá (acredite!). Para isso, é importante sermos honestos com nós mesmos, acreditar que somos capazes e não permitir de jeito nenhum que alguém ou aquele “seu Eu Interior” fale que você não vai conseguir, porque se você for persistente e seguir seu propósito e sonhos e claro, se esforçar muiiiiito, você consegue sim chegar aonde quer!

Lembre-se: seja persistente e honesto com você mesmo!

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Sessão 5 e a missão (quase) impossível

Oi gente! Depois de um tempinho, voltamos com tudo pro Sê.

Na sessão quatro (que está aqui), como falei, o Fábio (meu coach) tinha pedido para que eu encontrasse minha missão de vida.

Nada fácil, mas comecei usando a ferramenta que ele me passou para montar uma frase com as palavras chave sobre meu comportamento, características e objetivos.

Fiz várias combinações de palavras até encontrar um caminho que gostaria de seguir. E, claro, só consegui saber quais eram minhas características, objetivos e meu comportamento, pois antes disso trabalhamos diversas ferramentas (dentro do life coaching) para que eu pudesse me conhecer melhor e ter mais certeza do meu porquê.

Encontrei uma missão que se enquadra bem naquilo que tenho como propósito de vida: trabalhar com algo que tenha relevância e sentido social, que deixe um legado para um mundo melhor (ou pelo menos um bairro melhor), usando minha formação em relações públicas. “Ser facilitadora, através da comunicação, para humanizar, sensibilizar e encorajar pessoas.”

E aqui vai um vídeo que me inspirou durante a atividade:

Pessoas corajosas, como o Diego, me encantam e são o motor para que eu siga este caminho!

Chegando na sessão 5, definimos quais seriam meus valores e pasmem, estavam alinhados com a missão que tinha acabado de descobrir.

O exercício dos valores funciona como um jogo de palavras no qual você escolhe uma entre duas opções até afunilar em 4 palavras que são definidas como seus valores. Os meus chegaram a: aprendizado contínuo; humanidade; visão de futuro e honestidade.

Acredito que quando somos sinceros com nosso coração, a nossa mente se abre para um mundo de encantamentos e deslumbramentos. A partir do momento que consegui ser sincera com minhas vontades, percebi que poderia usar aquilo que fazia no meu tempo livre (o que me dava prazer) como uma forma de trabalho.

E, deixo hoje a dica de um blog super bacana que trata exatamente disso e da investigação sobre a felicidade. É o Glück Project!

Boa sorte a todos que estão nessa busca!

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