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Sessão 5 e a missão (quase) impossível

Oi gente! Depois de um tempinho, voltamos com tudo pro Sê.

Na sessão quatro (que está aqui), como falei, o Fábio (meu coach) tinha pedido para que eu encontrasse minha missão de vida.

Nada fácil, mas comecei usando a ferramenta que ele me passou para montar uma frase com as palavras chave sobre meu comportamento, características e objetivos.

Fiz várias combinações de palavras até encontrar um caminho que gostaria de seguir. E, claro, só consegui saber quais eram minhas características, objetivos e meu comportamento, pois antes disso trabalhamos diversas ferramentas (dentro do life coaching) para que eu pudesse me conhecer melhor e ter mais certeza do meu porquê.

Encontrei uma missão que se enquadra bem naquilo que tenho como propósito de vida: trabalhar com algo que tenha relevância e sentido social, que deixe um legado para um mundo melhor (ou pelo menos um bairro melhor), usando minha formação em relações públicas. “Ser facilitadora, através da comunicação, para humanizar, sensibilizar e encorajar pessoas.”

E aqui vai um vídeo que me inspirou durante a atividade:

Pessoas corajosas, como o Diego, me encantam e são o motor para que eu siga este caminho!

Chegando na sessão 5, definimos quais seriam meus valores e pasmem, estavam alinhados com a missão que tinha acabado de descobrir.

O exercício dos valores funciona como um jogo de palavras no qual você escolhe uma entre duas opções até afunilar em 4 palavras que são definidas como seus valores. Os meus chegaram a: aprendizado contínuo; humanidade; visão de futuro e honestidade.

Acredito que quando somos sinceros com nosso coração, a nossa mente se abre para um mundo de encantamentos e deslumbramentos. A partir do momento que consegui ser sincera com minhas vontades, percebi que poderia usar aquilo que fazia no meu tempo livre (o que me dava prazer) como uma forma de trabalho.

E, deixo hoje a dica de um blog super bacana que trata exatamente disso e da investigação sobre a felicidade. É o Glück Project!

Boa sorte a todos que estão nessa busca!

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Sessão 4: Qual a sua missão?

Durante minha quarta sessão de coaching fizemos uma breve retrospectiva do nosso processo. De onde saí e onde estou hoje, nessa caminhada do auto conhecimento. Esse é um bom exercício pra se fazer durante qualquer processo que esteja passando, pois você começa a mensurar seus próprios resultados.

Eis que lembrei de como estava na minha sessão zero (totalmente perdida) e como me encontro hoje.

É claro que ainda tenho um bom caminho a percorrer e ainda penso e repenso muito! Mas, com as ferramentas e exercícios que estamos fazendo, as coisas parecem estar tomando seus lugares.

Notei que, na verdade, não estava perdida, no sentido de não saber o que quero da vida, estava apenas precisando de ajuda para reorganizar meus pensamentos e minha rotina, depois que saí do meu trabalho e troquei minha rotina por uma mais flexível e com a carga de estudos maior que o Mestrado requer. (estudo Comunicação Pública e políticas públicas voltadas para pessoas com deficiência dentro dos portais eletrônicos de todos os estados brasileiros). Inclusive se você ainda não assistiu ao vídeo que postamos semana passada, veja aqui, vale a pena ver e se sensibilizar com o assunto.

Minha grande dúvida era: o que vou fazer com esse projeto? Engavetar depois de apresentar minha dissertação? Mas, com os exercícios de auto conhecimento da primeira etapa do coaching, chamada de life coaching, percebi minha aptidão para a área da cidadania e humanização de empresas.

Toda essa mudança de vida e de caminhos da carreira deu-se por conta de um projeto que realizei durante a faculdade, chamado Projeto Rondon, mas este vou contar pra vocês mais pra frente.

Bom, contei tudo isso pra vocês, para que entendam onde chegamos na nossa sessão 4! 🙂

Meu coach fez com que eu escrevesse em uma folha de papel quais eram minhas características e talentos; quais comportamentos demonstram estes talentos; quais objetivos pessoais e profissionais espero para os próximos 12 meses.

Sim, e eu consegui mensurar até que de forma clara e rápida esses pontos, coisa que eu jamais conseguiria fazer durante minha primeira sessão.

E, como tarefa, o Fábio me deixou o seguinte desafio: reunir palavras que gostaria que tivesse em minha missão, formando uma frase; montar a minha missão com a seguinte estrutura: “Ser (comportamento) …. através (características e talentos) … para ( objetivos e sonhos)… !
E ainda escolher uma figura que seria minha âncora, uma imagem para me lembrar da minha missão de vida.

Nada fácil, confesso. Ainda estou trabalhando na minha missão de vida e isso requer muita disciplina e auto conhecimento.

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Esta foi nossa última sessão chamada de life coaching, de auto conhecimento, nessa semana começaremos o coach profissional! Estou super ansiosa (claro!), pra saber onde tudo isso vai dar!

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Sessão 2: Nem tudo que é muito é bom!

Minha segunda sessão de coaching começou com uma certeza: mudanças estavam por vir e não sabia para onde me levariam, mas sabia que eram necessárias para poder continuar seguindo com meus sonhos e projetos de vida. (se ainda não leu como foi minha primeira sessão de coaching, acompanhe aqui, pra não perder nadinha!)

Durante a sessão, meu coach Fábio me passou um exercício chamado Roda de Equilíbrio da Vida. Nele você deve numerar de 1 a 10 diversas questões relacionadas à sua vida, divididas em quatro grandes setores: pessoal (desenvolvimento intelectual, saúde e disposição, equilíbrio emocional), profissional (realização e propósito, recursos financeiros, contribuição social), relacionamentos (família, desenvolvimento amoroso, vida social) e qualidade de vida (espiritualidade, plenitude e felicidade, hobbies e diversão). Bom, eu deveria pintar o nível que estava conectada com esses lados da minha vida e consegui gerar uma grande salada.

Olhaí como fica no papel, é só colorir até o ponto ou nível que você acredita estar:

Roda da vida

Percebi que alguns pontos da minha vida estão bem abaixo de onde deveriam estar, como a questão de hobbies, diversão e vida social. De novo, justo eu, que amo sair, me divertir, mais uma vez, deixando de lado o que me movimenta e impulsiona a ter novas ideias, o contato direto com as pessoas!

Mas, o que mais aprendi com esse exercício foi que o exagero, também, não faz bem. Só tive um ponto da vida que estava no nível 10. A princípio, quando o Fábio me questionou sobre o que achava disso, eu vibrei, achei ótimo. Mas, ele me fez repensar. “Calma Mari, nem tudo que é muito é bom!” E, de fato, analisando esse fator percebemos que nem sempre me fazia tão bem assim, pois esse exagero me limitava em outros aspectos da mesma roda de equilíbrio da vida.

Depois, fizemos um exercício chamado perdas e ganhos, mas esse vou contar pra vocês mais pra frente! E, foi justamente ele que conseguiu me mostrar que ganharia muitas coisas e perderia poucas, se conseguisse equilibrar esse ponto da minha vida, que estava no nível máximo, primeiramente.

O que aprendi hoje foi que quando todo mundo falava: “busque o equilíbrio” e eu pensava: “impossível”, caiu! O equilíbrio é questão de se ajustar, mas primeiro precisamos nos perceber. Vamos juntos nessa!

o correr da vida